Espaço pet: negócio bom para cachorro (e tutor!)

Hoje no Brasil já existem mais de 55 milhões de cães, segundo a Abinpet (Associação Brasileira da Indústria para Animais de Estimação). Esse número ajuda a entender o sucesso de um dos segmentos que mais crescem no país: o mercado pet.


O cuidado com os animais também chegou ao setor imobiliário, afinal eles fazem parte da família e precisam de lugares exclusivos em casa e nas áreas comuns dos prédios. Os chamados “espaços pet” estão presentes nos novos condomínios e também em alguns antigos, que adaptaram ambientes para a criação desses espaços.


Assim, se o condomínio não possui uma área destinada para pets, mas tem um espaço livre, ele pode ser transformado em um cantinho dedicado aos animais.


Essas áreas trazem vantagens tanto para os cães, quanto para os tutores. Dentre elas, podemos destacar:


  • Comodidade e praticidade, uma vez que a rotina é cada vez mais agitada e cheia de compromissos, um espaço pet de fácil acesso possibilita a otimização de tempo;

  • Segurança, minimizando as idas à rua, principalmente se o horário disponível para isso for aquele de menor circulação de pessoas;

  • Reduz as chances de possíveis reclamações com ruídos, já que a brincadeira em espaços apropriados contribui para o gasto de energia e redução do estresse dos animais;

  • Qualidade de vida e melhora da saúde dos animais;

  • Preservação das áreas comuns do condomínio, pois há um local exclusivo para os cães;

  • Estimula a interação entre os moradores;

  • Valorização do condomínio.


Como implantar um espaço pet?


Antes de tudo, é preciso convocar uma assembléia para que haja a aprovação dos condôminos. Caso estejam de acordo, algumas medidas iniciais devem ser tomadas, como:


  • Realizar um estudo na infraestrutura do condomínio e no ambiente, para verificar a viabilidade da construção do espaço;

  • Consultar especialistas em saúde animal para ajudar no desenvolvimento do projeto (materiais a serem utilizados no espaço, brinquedos, plantas);

  • Após a aprovação do projeto, definir as regras para o uso comum, responsabilidades e higienização do local;

  • Por fim, quando necessário, avaliar a contratação de profissionais especializados para cuidar do espaço.


Ficou interessado nesse negócio bom pra cachorro? A EJAV pode te ajudar!



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